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Este post resume parte do Livro Corporate Communication Strategy de Benita Steyn e Gustav Puth.

Como profissão, as relações públicas estão divididas em áreas. E de um ponto de vista geral podemos ainda identificar uma série de papeis que são atribuidos ao profissional de relações públicas.

Na década de 80 falava-se de 4 papeis:

  • Prescritor de Soluções
  • Facilitador de Comunicação
  • Facilitador de processos
  • Técnico de Comunicação

Como prescritor de soluções, o Relações Públicas identifica problemas de comunicação, define-os, planeia e implementa planos de comunicação, responsabilizando-se pelos mesmos. No entanto, este papel leva a um envolvimento passivo por parte da administração, não sendo assim possível o controlo de alguns aspectos criticos para estas campanhas.

No papel de Facilitador de Comunicação, o profissional de relações públicas é um intermediário ou um elo de ligação entre a organização e os seus públicos. Como tal, recolhe informação, remove barreiras entre as duas partes, e recolhe dados sobre o ambiente em que a organização opera. Desta forma melhoram os processos de tomada de decisão e aproximam a organização dos modelos de comunicação simétrica e bidireccional. (Grunig)

Na perspectiva de Facilitador de Processos, o relações públicas ajuda os públicos internos a resolver questões relacionadas com a comunicação organizacional. Estes profissionais trabalham em conjunto com a gestão de topo para identificar e resolver problemas de comunicação, tornando-se parte da equipa de gestão estratégica.

Por sua vez, o Técnico de Comunicação tem um papel reactivo. Não participa nas decisões de gestão, em vez disso leva a cabo as tarefas mais mecânicas dos processos de comunicação. Este papel está relacionado com o modelo de Press Agentry e de Informação Públicas.

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