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Já tiveram um daqueles dias em que não se querem levantar da cama ?

Aposto que Maslow também, e não me admirava se a ideia da pirâmide de necessidades viesse dai. Se não vejam só isto.

O Sr Maslow acorda, olha para o despertador e não entende o que lhe deu para o marcar para tão cedo. Desliga-o e deixa-se ficar.

Mas não tarda muito até que uma necessidade fisiológica o apanhe de surpresa. Seja fome ou sede, não interessa. Interessa é que ele se levanta e resolve a questão.

Pequeno almoço tomado, o pensamento seguinte é “tenho de ir trabalhar”. Hoje em dia só nos sentimos seguros tendo um emprego. Porque é sinal que temos os meios para nos alimentar-mos, para nos mantermos saudáveis e para cuidarmos das nossas famílias. E se não temos um mínimo de segurança, nem sentimos necessidade de relacionamento social.

Ou seja, enquanto as necessidades fisiológicas não estão satisfeitas, as seguintes não importam. Mas desde que estas estejam minimamente satisfeitas, então começamos a sentir a pressão da hierarquia seguinte. E assim por diante…

Um dia de trabalho torna-se na analogia perfeita para a hierarquia de necessidades. Desde o pequeno almoço ao sentimento de um trabalho bem feito, passando pelo relacionamento com a família, colegas de trabalho e amigos.

A pirâmide da imagem mostra bem esta hierarquia. Mas falta-lhe uma categoria. Mais tarde Maslow veio a acrescentar a necessidade de saber e compreender. O livro de Maslow que fala disto chama-se “Prefácio à teoria das Motivações”.

Hierarquia de Necessidades de Maslow, retirada da wikipediaImagino que alguém já esteja a pensar o que é que isto tem a ver com as Relações Públicas. O próximo post explica tudo. Mas até lá estão à vontade para deixar um palpite nos comentários.


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